Foto: Jaílton Garcia – Contraf-CUT

A Contraf-CUT se reuniu, nesta quarta-feira, 26, com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para a comissão bipartite de segurança bancária. Pela terceira vez no ano, os trabalhadores não obtiveram a resposta esperada dos bancos sobre a proteção aos bancários, prevista na clausula 33-C da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), considerada prioridade para a segurança da categoria.

A cláusula em questão amplia a possibilidade de realocação dos trabalhadores para outra agência ou posto de atendimento bancário, quando os mesmos tenham sido vítimas de sequestro consumado. A reivindicação principal da categoria é ampliar a proteção ao bancário vítima de extorsão mediante sequestro.

A Fenaban afirmou que não tem uma conclusão, do ponto de vista técnico, sobre a mudança e que vai entregar uma resposta antes da próxima reunião, marcada para o dia 11 de setembro.

Durante a reunião, também foram discutidas estratégias para o combate a assaltos em agências e redução do número de ocorrências. A Fenaban afirmou que, no ano de 2017, houve uma redução de assaltos a agências bancárias. De acordo com a entidade, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e Goiás apresentaram redução mais acentuada.

No caso das agências destruídas por assaltos, principalmente em cidades pequenas, os bancos afirmaram que há dificuldade maior nessas áreas, onde as questões de segurança pública são precárias.

Seminário de Segurança Bancária

Em reunião realizada nesta terça-feira, 25, na sede da Contraf-CUT, os bancários definiram a data para o Seminário de Segurança do Trabalho, programado para ocorrer nos dias 22 e 23 de agosto.

Os representantes da categoria também debateram sobre a elaboração de uma ferramenta de monitoramento dos ataques aos bancos.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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