Fotos: Alessandro Carvalho

Com uma adesão maciça das categorias e com a mesma força do movimento de 28 de abril, o Brasil parou na sexta-feira, 30, com a Greve Geral convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT/MG) juntamente com as outras centrais sindicais e com apoio dos movimentos sociais, populares e estudantis.

O Sindicato foi às ruas e agências bancárias paralisaram suas atividades. A mobilização contra as reformas da Previdência e trabalhista, a terceirização, as pautas golpistas e por “Fora, Temer” e “Diretas, já” teve trancaços nas rodovias do Estado, manifestações e atos na capital e em 34 cidades do interior.

Apesar da estrutura montada no local para a festa junina Arraiá de Belô, a concentração em Belo Horizonte começou na Praça da Estação, na região Central. A marcha seguiu até a Praça Sete, onde outras centrais realizavam manifestações.

Após ato conjunto, em torno de 50 mil trabalhadoras e trabalhadores de todos os setores seguiram para a Assembleia Legislativa (ALMG), onde foi realizada uma Audiência Pública sobre a reforma trabalhista. No percurso até a ALMG, os manifestantes dialogaram com a população sobre os efeitos das reformas, especialmente a trabalhista, que deve ir ao plenário do Senado na próxima semana, depois de passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O movimento contou com a adesão de trabalhadoras e trabalhadores dos bancos estatais e privados, dos Correios, da Petrobras, do Metrô, da agricultura familiar, assalariados e assalariadas rurais, metalúrgicos, servidores públicos municipais, servidores estaduais da saúde, da educação, da Cemig, da Copasa, da Justiça, servidores públicos federais, técnico administrativos da UFMG,  do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFMG), Centro Federal de Ensino Tecnológico (Cefet-MG) e da Universidade Federal dos Vales de Jequitinhonha e Mucuri (IFVJM).

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