Para repetir as grandes mobilizações já realidades contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019 e os cortes na educação, diversas categorias e movimentos sociais de todo o país vão se somar à mobilização convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), no dia 13 de agosto. Em Belo Horizonte, o ato terá concentração a partir de 16h na Praça da Assembleia Legislativa.

Na Conferência Nacional dos Bancários, realizada entre 2 e 4 de agosto, a categoria também reforçou a importância da luta contra a retirada de direitos e aprovou, no calendário de luta, a participação da mobilização do dia 13. Por isso, é fundamental a participação de todas e todos.

Manifestações e mobilizações antecederam o Dia Nacional. Na terça-feira, 6 de agosto, data em que a Câmara dos Deputados analisou, em segundo turno, a proposta de reforma da Previdência, manifestantes tomaram a Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte.

Eles se dirigiram para ato na Praça Sete, onde se uniram aos organizadores do Grito dos Excluídos. O protesto foi convocado por CUT/MG, CTB, Sindifes, Fasubra, Sinpro-MG, Sind-UTE/MG, SindRede-BH, DCE-UFMG, APUBH, UNA e Fenet. Na segunda-feira, 5, e na terça-feira, 6, as entidades, juntamente com a Frente Brasil Popular, CSP Conlutas, CSB, Força Sindical, Intersindical e NCST panfletaram pela capital e o interior.

A decisão sobre as manifestações por todo país no Dia Nacional de Mobilização foi tomada no dia 15 de julho, em São Paulo. Os dirigentes também aprovaram um calendário de lutas. Segundo o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, ficou claro nos debates que a pressão e a luta feitas até agora foram importantes para amenizar as maldades do governo de Jair Bolsonaro (PSL) contra a classe trabalhadora, mas a reforma ainda tem pontos muito cruéis e a luta precisa continuar.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com CUT/MG

 

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