O Sindicato teve que intervir na agência 7415-BH Major Delfino do Itaú para que o banco agilizasse e concluísse as obras de restauração após uma explosão, no dia 22 de março, em tentativa de furto. A irresponsabilidade do banco expôs a riscos os funcionários, clientes e usuários da unidade de trabalho, que permaneceu em funcionamento normal durante o período de reforma.

Após ser constatada a morosidade com que o Itaú realizava a reforma da fachada e a substituição dos vidros, os funcionários do banco e diretores do Sindicato, Ramon Peres e Paulo Faria, contataram o RH do Itaú para exigir mais rapidez nas obras, a fim de garantir melhores condições de trabalho e segurança a todos que trabalham ou utilizam os serviços da agência.

Após constantes cobranças, o diretor do Sindicato, Paulo Faria, retornou à agência, nesta sexta-feira, 12 de abril, e constatou que a obra estava concluída.

Além da restauração, os diretores do Sindicato cobraram também o conserto do equipamento de ar condicionado, que estava danificado e que também foi consertado nesta quinta, 11.

Para o funcionário do Itaú e diretor do Sindicato, Paulo Faria, “se o Sindicato não tivesse cobrado agilidade do banco, possivelmente a obra de restauração da agência ainda demorasse alguns dias, deixando e os empregados expostos aos riscos relacionados à segurança e à sujeira. Tivemos que exigir que o banco intensificasse a limpeza e aumentasse o número de vigilantes. Somente após nosso contato com o RH a obra andou”, afirmou.

Já o diretor do Sindicato e funcionário do Itaú, Ramon Peres, ressaltou que o banco gastou milhões nas obras para transformar as agências do Unibanco em Itaú. Nesta unidade, que era do Unibanco, o banco quis economizar com o equipamento de ar condicionado, que não suportou o calor e estragou. “Enquanto isso, os empregados estavam trazendo ventiladores de casa para não trabalhar no intenso calor da agência. Durante a manutenção do equipamento de ar condicionado, o banco ainda teve que disponibilizar mais dois ventiladores grandes para os funcionários”, denunciou.

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