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Unidade, direitos e conquistas. Este foi o mote da 18ª Conferência Estadual dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais, que foi encerrada neste domingo, 26, em Sete Lagoas, com a apresentação dos trabalhos dos grupos temáticos e a aprovação das propostas que serão levadas à Conferência Nacional. Participaram do evento 102 delegados e delegadas da base dos sindicatos filiados à Fetrafi-MG/CUT.

Durante os três dias de evento, os participantes realizaram diversos painéis temáticos para debater importantes temas, como a conjuntura política e econômica, as perspectivas futuras da categoria e as desigualdades no mundo do trabalho. Os bancários puderam também analisar o balanço dos bancos e a Consulta à categoria realizada pelo Sindicato dos Bancários de BH e Região e pelos sindicatos do interior.

Com base nas discussões realizadas na Conferência e nas opiniões colhidas junto à categoria, delegadas e delegados elaboraram as propostas nos grupos que foram divididos por quatro temas: Emprego, Remuneração, Estratégia da Organização da Luta e Saúde do Trabalhador. Os trabalhadores ressaltaram a importância da luta em defesa dos direitos e contra as demissões que ocorrem em diversos bancos em todo o Brasil.

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Na plenária final deste domingo, foram também indicados os representantes dos bancários nas comissões temáticas e comissões de empresa dos bancos, assim como eleitos os bancários e bancárias que representarão o estado de Minas Gerais na Conferência Nacional. O evento será realizado entre os dias 29 a 31 de julho, em São Paulo, e definirá a pauta da categoria para a Campanha Nacional de 2016.

“As mesas realizadas durante a Conferência foram extremamente produtivas e nos permitiram realizar uma análise mais profunda sobre o atual momento do Brasil, com ameaças aos direitos dos trabalhadores e avanços conservadores representados pelo governo interino e golpista de Michel Temer. Baseados no que foi apresentado, pudemos elaborar propostas e dar mais um importante passo para a construção de nossa Campanha Nacional, que exigirá muita mobilização. A luta será dura, mas nossa categoria mostrará sua força, com muita unidade e organização”, afirmou a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil.

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