Fotos: Alessandro Carvalho

Nesta quinta-feira, dia 29 de julho, funcionárias e funcionários do Banco do Brasil realizam o Dia Nacional de Luta contra práticas antissindicais. Em Belo Horizonte, o Sindicato realizou ato em frente ao prédio localizado na rua da Bahia, onde funcionam diversos departamentos do BB.

Durante a manifestação, os funcionários repudiaram os casos de perseguição a funcionários por parte do banco, muitas vezes injustos e arbitrários e com ameaças de processos administrativos. Um exemplo dessas práticas foi a demissão, em abril, da bancária, diretora do Sindicato dos Bancários de Alagoas e dirigente da Contraf-CUT, Arivoneide Moraes, por tornar público que havia vagas no banco para os concursados de 2012, enquanto o BB já preparava um novo concurso. A reintegração da bancária só ocorreu no mês de julho por determinação judicial.

Prestes a iniciar a Campanha Nacional 2015, os bancários demonstraram ainda sua indignação com o fim da vice-presidência de Gestão de Pessoas, com o não pagamento da pausa obrigatória de 15 minutos da hora extra das mulheres e a falta de uma solução para a sustentabilidade da Cassi. Os trabalhadores defenderam também o modelo de governança compartilhada na Previ.

Outra cobrança foi em relação ao processo de reestruturação que está em curso na área de logística. Bancárias e bancários exigem que sejam garantidos os salários e os cargos de todos os funcionários envolvidos.

O funcionário do Banco do Brasil e diretor do Sindicato, Helberth Ávila, destacou que a união entre os funcionários é fundamental na luta em defesa de seus direitos. “Exigimos melhores condições de trabalho para bancárias e bancários e uma Gestão de Pessoas que enxergue os trabalhadores como seres humanos e não apenas como números”, afirmou.

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