Fotos: Alessandro Carvalho

 

Bancárias e bancários uniram forças com outras categorias de trabalhadores, estudantes e movimentos sociais em mais um Dia Nacional de Luta em Defesa do Brasil. A mobilização ocorreu no dia 3 de outubro, data que marcou também os 66 anos da Petrobras, a maior empresa pública brasileira.

A população foi às ruas para defender a soberania nacional, as empresas públicas, a educação, o meio ambiente e a democracia. Além disso, se manifestaram contra a reforma da Previdência, que retira direitos dos brasileiros e afeta principalmente os mais pobres.

As manifestações do Dia Nacional de Luta tiveram início, pela manhã, com a realização de um grande ato em frente à Refinaria Gabriel Passos (Regap) em Betim. Os trabalhadores protestaram contra a entrega do patrimônio público e a privatização das estatais, denunciando a venda de refinarias da Petrobras e seus impactos na vida dos brasileiros.

Já no final da tarde, foi realizada uma grande concentração na Praça Afonso Arinos, na região central de Belo Horizonte. Trabalhadores, estudantes e movimentos sociais se manifestaram em defesa da educação pública, de qualidade e gratuita, contra os cortes nos investimentos na educação, as privatizações das universidades, dos Cefets, dos Institutos Federais, contra a violência na educação e as privatizações.

A manifestação seguiu em marcha até a Praça Sete. Os trabalhadores também protestaram contra o plano de recuperação fiscal do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O projeto compromete a autonomia econômica do estado, protela a dívida de Minas com a União, congela salários e limita os investimentos em educação.

“Trabalhadoras e trabalhadores devem estar atentos e mobilizados para combater a pauta negativa imposta pelo governo federal e pelo governo estadual em Minas Gerais. As ameaças à CAIXA e ao Banco do Brasil, assim como à Petrobras e outras empresas públicas, representam um ataque ao nosso patrimônio e ao futuro do país. Além disso, estão atacando direitos conquistados em décadas de luta e o sistema de seguridade social do Brasil. Seguimos resistindo para defender o país e a classe trabalhadora”, afirmou a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil.

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