Parem de cobrar metas, precisamos preservar vidas!

Em uma crise de saúde pública sem precedentes na história recente do país e do mundo, o Sindicato denuncia a insensibilidade e descaso do Banco do Brasil com seus funcionários e clientes. Após pressão dos sindicatos, algumas meditas protetivas e preventivas foram adotadas, mas ainda insuficientes para evitar a contaminação e disseminação do vírus.

Indo na contramão do bom senso, em um momento tão delicado, superintendentes e administradores cobram metas e assediam funcionários até mesmo com ameaças de descomissionamentos.

O Sindicato, por meio de seus diretores e funcionários do BB, tem recebido várias denúncias de assédio por metas, ameaças de descomissionamentos e nota baixa na GDP de quem não cumprir.

“É um absurdo que, em um momento desses, ainda se preocupem mais com o lucro do que com a vida das pessoas. Nós cobramos imediata suspensão das metas e assédio nas dependências do Banco do Brasil”, afirmou Rogério Tavares, diretor da Fetrafi-MG/CUT.

Para o Sindicato, a única preocupação dos bancos nesse momento deve ser o atendimento a pessoas vulneráveis, que precisem do serviço bancário para que possam sobreviver. Tudo além disso é apenas ganância e desprezo pela vida.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região

 

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