O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 8,347 bilhões nos nove primeiros meses de 2012. Considerando o terceiro trimestre do ano, o lucro líquido ajustado apresentou crescimento de 3,3% ante o mesmo período de 2011, atingindo o valor de R$ 2,657 bilhões. Mesmo com os números exorbitantes, o banco tem imposto pressões aos funcionários para cumprir metas.

Em relação à inadimplência acima de 90 dias, o BB apresentou um indicador de 2,17%, praticamente estável e abaixo da média do sistema financeiro nacional, que atingiu 3,77% no mesmo período. As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 18% no acumulado do ano, atingindo R$ 15,587 bilhões.

Segundo o diretor do Sindicato e representante da Fetrafi/MG na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, o Banco do Brasil tem sido o campeão quando se trata de assédio moral. “A diretoria do banco tem feito vista grossa, impondo metas abusivas e, ainda, realizando retaliação aos funcionários. O histórico em Minas e em todo o país tem sido de alto assédio e metas absurdas, seguidas de fraude para atingir resultados”, explica.

Para Wagner, “o Banco do Brasil deve rever seus conceitos e a forma com que trata seus funcionários, ou continuaremos tendo lucros altos à base do adoecimento de funcionários”.

Compartilhe: