O Banco do Brasil respondeu, nesta quinta-feira, 10, ao ofício 17019, com o qual a Contraf-CUT encaminhou o “Manifesto – proposta” de solução para a Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi). Ele foi elaborado por um grupo de 26 pessoas que participaram do Encontro Nacional de Saúde dos Funcionários. O banco se recusou a discutir sobre a proposta encaminhada.

Em sua resposta, o BB disse que “resta prejudicada a análise da proposta” devido ao “exíguo tempo que dispomos para encaminhar uma solução definitiva para a Cassi, em função do procedimento de Direção Fiscal em andamento por parte da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Banco do Brasil só tem como analisar propostas que atendam às premissas e limites amplamente discutidos com as entidades representativas dos funcionários e aposentados ao longo deste ano de 2019.”

Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, “o banco já havia informado que não aceitaria propostas que impliquem em alterações dos pontos já debatidos com as entidades de representação dos trabalhadores. Mas, daí a sequer aceitar a analisá-la é outra coisa O BB tem funcionários altamente capacitados, com amplas possibilidades de tornar a proposta ainda melhor, tanto para os associados, quanto para o banco e salvar a Cassi”.

A Contraf-CUT encaminhará a resposta do banco ao grupo que elaborou a proposta.

Solução em construção

Na última reunião do Conselho Deliberativo da Cassi, os conselheiros, por unanimidade, definiram que a Diretoria Executiva e o corpo técnico da Caixa de Assistência devem contribuir para que as entidades de representação dos funcionários construam uma solução.

Em virtude do curto prazo, as entidades e a Diretoria Executiva da Cassi mantiveram reuniões anteriormente definidas, mesmo durante a análise da proposta criada pelo grupo de 26 funcionários.

As reuniões começaram na terça-feira, 8, com a análise dos dados atualizados sobre a situação econômico-financeira da Cassi, e prosseguem até esta quinta-feira, 10, com reflexões sobre uma solução que seja aceita pelos associados e pelo banco e possibilite o resgate da Caixa de Assistência.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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