Após o agendamento da mesa de negociações com a Fenaban, as direções da CAIXA e do Banco do Brasil também anunciaram a volta das mesas específicas. Ambas serão realizadas nesta quinta-feira 10, após os debates com a Fenaban.

As mesas específicas são independentes uma da outra e tratam da renovação dos dois acordos aditivos que prevêm acréscimo de direitos para os bancários dos dois bancos públicos federais. A negociação com a Fenaban debate a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que reúne direitos de todos os bancários.

CAIXA

A manutenção da PLR Social – que corresponde à distribuição linear de 4% do lucro líquido entre todos os empregados -, mais contratações e criação de regras para o descomissionamento são algumas das principais reivindicações específicas dos trabalhadores da CAIXA.

Na reunião, os representantes dos empregados voltarão a cobrar que a direção do banco resolva as pendências de isonomia. Entre elas, o pagamento do ATS (Adicional por Tempo de Serviço) aos bancários que ingressaram na empresa após o ano de 1998.

Banco do Brasil

Os representantes dos funcionários voltarão à mesa com a expectativa de que o banco melhore a proposta apresentada em 16 de setembro que prevê: abono das horas para que os bancários com deficiência possam fazer reparos em aparelhos; ampliação da licença-adoção de 30 dias para 180 dias para homens solteiros ou união estável homoafetiva; vale-cultura de R$ 50 ao mês para quem ganha até cinco salários mínimos; elevação da bolsa-estágio de R$ 332,97 para R$ 570; vacina contra a gripe para todos os funcionários; auxílio-educação de R$ 800 para os dependentes até 24 anos incompletos de funcionários falecidos ou que tenha ficado inválido em virtude de assalto ao banco.

Entre outras questões consideradas importantes pelo funcionalismo está a manutenção da função dos bancários que retornam da licença-saúde, melhoria no plano de funções, mais transparência na ascensão profissional, fim das metas abusivas e Cassi e Previ para todos os trabalhadores de bancos incorporados.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com SEEB-SP

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