Em audiência realizada na última sexta-feira, 5 de outubro, o BDMG contestou a ação do Sindicato que reivindica a posse do empregado mais votado no Conselho de Administração do banco.

Diante de um Juiz do Trabalho, o BDMG recusou a possiblidade de acordo e, em sua defesa, sustentou que o critério adotado na composição do Conselho está correto. Na visão do banco, a lei não impõe a obrigatoriedade de eleição, e esta, no caso do BDMG, foi uma mera liberalidade.

Segundo a contestação, o que a lei exige é que haja representante dos empregados no conselho, estando tal indicação subordinada ao poder diretivo do empregador, que tem liberdade de indicar quem melhor lhe aprouver.

O juiz concedeu 10 dias para que o Sindicato apresente réplica. Na sequência, o juiz apreciará o pedido de tutela de urgência (liminar) que foi formulado pelo Sindicato. A audiência de encerramento foi designada para janeiro de 2019.

 

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