Fotos: Alessandro Carvalho

O Bloco do Pirulito foi às ruas do Centro de Belo Horizonte, no dia 14 de fevereiro, dando início à programação do 27º Carnaval Sem Aids/IST. Com muita música e descontração, o Sindicato distribuiu folders e preservativos à população, chamando atenção para a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das infecções sexualmente transmissíveis.

Entre os dias 17 e 21 de fevereiro, o Sindicato visitará agências bancárias para levar a campanha de conscientização sobre a Aids e ISTs. No dia 20 de fevereiro, haverá atividades também no município de São João Del Rei, com visitas a unidades de trabalho e desfile do Bloco do Pirulito.

A 27ª edição do Carnaval Sem Aids/IST busca destacar o fato de que o Brasil tem um dos melhores programas de HIV/Aids em todo o mundo. Um programa que revolucionou o tratamento e reduziu a disseminação da epidemia mundial ao adotar uma política de distribuição gratuita de medicamentos.

Estimativas apontam que, se o Sistema Único de Saúde (SUS) não tivesse implementado esta estratégia, ao invés de 860 mil casos, o Brasil poderia ter 18 milhões de pessoas infectadas pelo HIV.

No atual período, a população deve estar atenta não apenas aos riscos das ISTs, mas também para a importância de defender o SUS e a gratuidade do atendimento, da testagem, do apoio psicológico e da distribuição de medicamentos de alta tecnologia, além de preservativos.

Qualquer corte nos investimentos em saúde representa uma ameaça e pode levar milhões de brasileiros a ficarem sem prevenção, atendimento, diagnóstico e tratamento adequados.

ISTs

O termo IST é mais adequado e já é utilizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelos principais Organismos que lidam com a temática das Infecções Sexualmente Transmissíveis ao redor do mundo.

A denominação ‘D’, de ‘DST’, vem de doença, que implica em sintomas e sinais visíveis no organismo do indivíduo. Já ‘Infecções’ podem ter períodos assintomáticas (sífilis, herpes genital, condiloma acuminado, por exemplo) ou se mantém assintomáticas durante toda a vida do indivíduo (casos da infecção pelo HPV e vírus do Herpes) e são somente detectadas por meio de exames laboratoriais.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região

 

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