A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) retomou a discussão com a direção do banco, nesta quinta-feira, 9 de novembro, sobre os impactos da drástica proposta da direção do banco para alterar o modelo de custeio do Plano de Saúde. Durante o encontro, que aconteceu no Hotel Gran Corona, em São Paulo, os empregados da CAIXA também reivindicaram a garantia de empregos e incorporações após a entrada em vigor da nova lei trabalhista.

Na reunião, realizada na quarta-feira (8), a CAIXA concordou em atender duas reivindicações: manutenção dos valores do plano, sem aumento abusivo, e do modelo de custeio, até 31/12/2019. O banco também aceitou criar um Grupo de Trabalho para discutir o contencioso da Funcef.

Com relação ao Conselho de Usuários do Saúde Caixa, o banco aceitou transformar o conselho em deliberativo, mas com seu voto de minerva. Os trabalhadores não aceitam que o banco tenha o voto de minerva, pois isso mantém todo o poder com a CAIXA.

A mesa de negociação foi retomada, nesta quinta-feira (9), às 11h, e até o momento do fechamento desta matéria a direção da CAIXA não havia dado respostas quanto às reivindicações dos empregados com relação à garantia do emprego e incorporação da gratificação de função.

“Consideramos que a proposta ainda é insuficiente. Aguardamos o retorno da CAIXA sobre a garantia dos empregos e às incorporações de funções dos empregados”, afirmou Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com a Contraf-CUT

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