Em meio à pandemia, o Carnaval Sem Aids, promovido pelo Sindicato, completa 27 anos em 2021. Como não haverá festa e aglomeração neste ano, a entidade aproveita para relembrar a história desta ação social, que está marcada na memória de Belo Horizonte e região por seu pioneirismo ao tratar da prevenção contra o vírus HIV sem tabus.

Criado em 1994, o Carnaval Sem Aids tornou-se uma marca da luta contra as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Sempre com muita irreverência, o Sindicato foi às ruas para conscientizar a população, com foco na prevenção, no diagnóstico e no tratamento para assegurar qualidade de vida.

Já no primeiro ano, o ato simbólico de colocar uma camisinha gigante no Pirulito da Praça Sete chamou a atenção de todos para a campanha. A ação se repetiu em outras edições no decorrer dos anos.

Carnaval Sem Aids e Bloco do Pirulito marcaram o Carnaval de BH

Em 1998, o Carnaval Sem Aids deu origem ao Bloco do Pirulito que passou a integrar a campanha com desfiles que ocorreram em BH e outras cidades, como São João Del Rei, Itaúna e Alfenas. Com marchinhas que abordavam temas de conscientização, o Bloco do Pirulito entrou para o calendário oficial do Carnaval.

Nos últimos 27 anos, o Carnaval Sem Aids vem reafirmando o papel do Sindicato enquanto entidade cidadã, na defesa da saúde e da qualidade de vida da população. Neste momento atípico de pandemia, o Bloco do Pirulito não irá às ruas em 2021, mas seguirá sua tradição de informar a sociedade, desta vez com foco no combate ao coronavírus.

 

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