Foto: Contraf-CUT

 

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu, nesta terça-feira, 21, com o banco para começar as discussões sobre o termo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2016/2018 que regulamenta a criação de centros de realocação e requalificação profissional, conforme previsto na Cláusula 62 da CCT. O funcionário do Itaú e diretor do Sindicato, Ramon Peres, participou da negociação.

Ficou definido que os trabalhadores irão criar um grupo de monitoramento do andamento das realocações e reclassificações, como já aconteceu na época da compra do Unibanco. O grupo volta a existir, principalmente, pela compra do Citibank, fechada este ano.

Outro tema debatido foi a cláusula 65, que trata do adiantamento emergencial de salários nos períodos transitórios de afastamento por doença. As partes entendem que este tema já começou a ser debatido na mesa permanente do GT de saúde e deve continuar assim.

Os representantes cobraram do banco mais informações sobre o nível de emprego. Antes de iniciar essa apresentação, o banco informou mudança na direção da área responsável pela negociação com os trabalhadores.

Em relação ao emprego, o banco disse que o número de turnover, que é a medição da rotatividade de pessoal, caiu de dois dígitos para 9%. Para os trabalhadores, o número ainda é muito alto e o ideal é que fosse zero.

O funcionário do Itaú e diretor do Sindicato, Ramon Peres, que é coordenador Estadual da COE-MG, destacou que os dirigentes sindicais reivindicaram um mapa geral do Citibank, com número de funcionários, cargos e áreas. “O objetivo da reivindicação é poder acompanhar com transparência a incorporação”, afirmou. Segundo Ramon, ainda será definida uma agenda sindical para o ano que vem, com reuniões mensais com a direção do banco.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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