O Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban voltam à mesa de negociação, no dia 11 de março, para debater o projeto de criação de um canal de atendimento para bancárias vítimas de violência. Trata-se de uma reivindicação da categoria que foi acatada pelos bancos em mesa de negociação no dia 19 de fevereiro. Na ocasião, a Fenaban ficou de elaborar uma proposta para ser discutida com os representantes dos trabalhadores.

A criação dos canais de atendimento às mulheres vítimas de violência é um avanço para ajudar as bancárias a romper o ciclo da violência.

Censo da Diversidade

Na mesa de negociação da quarta-feira, 11, a Fenaban também deve apresentar os dados do 3º Censo da Diversidade Bancária. Conquista da categoria na Campanha Nacional de 2018, o Censo vai atualizar os dados do último levantamento, divulgado em 2014, com um perfil da categoria por gênero, raça e PCDs.

O objetivo é que, munido desses dados, o movimento sindical bancário possa propor e cobrar dos bancos políticas de valorização e de promoção da igualdade de oportunidades nos bancos.

No setor, as mulheres ainda ganham menos que os homens (em 2014 elas ganhavam em média 77,9% do salário médio dos bancários) e ocupam menos postos de chefia; e em que negros, negras e PCDs ainda são minoria.

O questionário ficou disponível para ser respondido por bancários e bancários de todo o país de agosto a novembro de 2019.

Agentes da Diversidade

A última versão do Censo da Diversidade foi além das duas anteriores e realizou uma campanha de sensibilização da categoria para o tema, que inclui a formação de agentes da diversidade nas agências e departamentos bancários. Ou seja, cidadãos que contribuam para o debate e promoção do respeito à diversidade e para o fim da cultura do ódio.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Seeb-SP

 

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