Foto: Contraf-CUT

 

O Comando Nacional dos Bancários se reuniu, nesta terça-feira, 12, para fazer um balanço de todas as atividades realizadas em 2017. A presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, que integra o Comando Nacional, participou da reunião. Estiveram presentes todas as forças sindicais, que debateram um calendário de luta e reuniões para 2018.

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) abriu o debate com uma apresentação sobre a atual situação do emprego bancário no país. Os dados apontam que o total de bancários retornou ao nível do ano de 1996, fechando o ano em 486 mil.

De acordo com a conjuntura do país, os bancários discutiram o calendário de luta em defesa do emprego, dos direitos, da democracia, dos bancos públicos e do movimento sindical, além de debater ações de resistência. A proposta de agenda será levada para os sindicatos e federações e definida até o dia 31 de janeiro de 2018.

A Campanha Nacional em Defesa do Emprego e dos Direitos, realizada ao longo do ano, foi avaliada de forma positiva pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Roberto von der Osten. “Encerramos o ano animados. Felizmente, as nossas mobilizações tiveram produtividade e junto com outras categorias e centrais sindicais conseguimos brecar algumas reformas, postergar votações, e mesmo em cenário de golpe conseguimos trazer alento e esperança para os trabalhadores bancários”, afirmou.

“Nós reavaliamos também a entrega do Termo de Compromisso à Fenaban, no qual exigimos salvaguardas contra a ultratividade das cláusulas, a não validação de acordos individuais seja por qualquer tema ou condição, e a não contratação usando formas atípicas e precárias”, declarou o presidente da Contraf-CUT.

O encontro também analisou as negociações com as comissões bipartite. Conquistadas na Campanha Nacional dos Bancários de 2011, elas estão previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2016/2018. As mesas são um importante espaço de debates sobre Saúde do Trabalhador, Segurança Bancária, acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos e combate às discriminações nos bancos através da promoção da Igualdade de Oportunidades.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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