O Comando Nacional dos Bancários, assessorado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), também entregará a pauta específica de reivindicações à direção da CAIXA na segunda-feira, dia 11 de agosto, em São Paulo, logo após a entrega à Fenaban da minuta geral da Campanha Nacional dos Bancários 2014, marcada para as 11h.

A CEE/Caixa definiu nesta terça-feira, 5, em reunião realizada na sede da Fenae, em Brasília, as reivindicações específicas que serão negociadas com a CAIXA durante a Campanha Nacional e as que serão tratadas na mesa de negociações permanentes.

As reivindicações foram aprovadas no 30º Congresso Nacional dos Empregados da CAIXA (Conecef), realizado de 6 a 8 de junho, em São Paulo.

Entre os eixos específicos, estão a jornada de seis horas para todos, mais contratações, fim do assédio moral, isonomia entre antigos e novos empregados, fim da discriminação do REG/Replan não saldado e melhorias no Saúde Caixa.

Já entre os eixos gerais, aprovados na 16ª Conferência Nacional dos Bancários, destacam-se: reajuste de 12,5%; PLR de três salários mais R$ 6.247; piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 2.979,25 em junho); vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá de R$ 724 ao mês cada; defesa do emprego, fim da terceirização e combate às metas abusivas e ao assédio moral.

Encontro Nacional de Isonomia

Também na reunião desta terça-feira, a CEE/Caixa definiu que o Encontro Nacional de Isonomia será realizado em Brasília (DF), no dia 30 de agosto, e que cada Unidade da Federação terá direito a enviar delegados na proporção de um terço em relação ao seu limite no Conecef.

No encontro, será debatida a igualdade de direitos entre novos e antigos empregados e serão convidados para participar das discussões os deputados federais Daniel Almeida (PCdoB-BA) e Erika Kokay (PT-DF).

GDP

A CEE/Caixa aprovou, ainda, a divulgação de uma nota de repúdio pedindo o fim da Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP). A medida foi imposta de forma unilateral pela direção do banco e fere princípios coletivos da relação de trabalho, além de rotular o empregado e institucionalizar a cobrança de metas individuais.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT e Fenae

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