Foto: Contraf-CUT

 

A reunião da Comissão Bipartite de Segurança Bancária realizada nesta quinta-feira, 30, na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), deu continuidade às negociações sobre as alterações dos itens dos artigos 31 e 33 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que visam ampliar os direitos dos bancários vítimas de extorsão mediante sequestro.

Na reunião anterior, os bancos aceitaram promover alterações na cláusula 33-C, que passou a dar às vítimas de extorsão mediante sequestro a possibilidade de realocação para outra agência ou posto de atendimento bancário.

Agora, as alterações reivindicadas pelos representantes dos bancários exaltam a necessidade da inclusão do crime também nos itens A, B e D do artigo 33 e do 31 da CCT. O entendimento dos trabalhadores é que de o bancário pode ser vítima de extorsão mediante sequestro e ter sua vida impactada fortemente. Por isso, é necessário criar uma proteção para os trabalhadores e suas famílias.

A Fenaban se comprometeu em avaliar as alterações e discutirá os próximos passos com os trabalhadores na próxima reunião, que será agendada para 2018.

Investimento em segurança

Os representantes dos trabalhadores reivindicaram a criação de um novo modelo de segurança que sugere a instalação de equipamentos de segurança em 10 agências em 5 bancos de grande representatividade.

O objetivo é criar um piloto do novo modelo para que a categoria possa acompanhar e avaliar pontos positivos e negativos.

A Fenaban não se posicionou sobre a reivindicação e criará um calendário para discutir o assunto.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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