A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) cobra a restituição de função de três gestores que atuam em João Pessoa: o Superintendente de Rede, um Superintendente Executivo, e uma Gerente Geral de Rede. Eles foram punidos com a perda de função, em uma decisão arbitrária da CAIXA, após um empregado do grupo de risco que estava trabalhando ser infectado.

O Sindicato, juntamente com a Contraf-CUT e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), se solidariza com a família do trabalhador que se encontra internado, vítima da Covid-19, e deseja pronta recuperação. De acordo com a CEE/Caixa, as punições foram implementadas sem que haja um processo de investigação no caso.

Dionísio Reis, coordenador da CEE/ Caixa, afirma que é evidente que a CAIXA age de forma injusta, arbitrária e autoritária, ao negar sua responsabilidade como empresa e coloca nos empregados a responsabilidade quando essas diretrizes dão errado. “É um alerta a todos de que a direção do banco sempre responsabilizará os empregados. O bom senso, a preservação da vida e da saúde devem ser a prioridade dos trabalhadores deste momento de pandemia”, afirmou.

Orientação

A CAIXA abriu parte de suas agências no sábado, 9. Desta vez, ao invés das mais de duas mil, 600 abriram. No entanto, o presidente do banco, Pedro Guimarães, havia convocado os gerentes gerais, único cargo que não bate ponto, das agências que não irão abrir para apenas informar aos usuários qual a unidade aberta mais próxima. Porém, após cobrança da CEE/Caixa, o banco voltou atrás na decisão.

Além disso, o perfil das agências abertas também mudou: de unidades na periferia para outras mais centralizadas e em bairros nos quais os moradores têm maior poder aquisitivo.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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