A CAIXA anunciou, no final da quarta-feira, 1º de julho, mudanças no Protocolo do Gestor do banco. Entre elas, estão a atualização das diretrizes para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da Covid-19 em ambiente de trabalho.

Cobrada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e criticada pelos sindicatos, a CAIXA reviu a conduta em relação aos casos suspeitos e confirmados da Covid-19 e seus contatantes, retornando o afastamento para 14 dias.

Além disso aprimorou outras condutas que não eram previstas no protocolo anterior como: o “empregado que teve contato com caso confirmado da Covid-19, durante mais de 15 minutos a menos de um metro de distância” fez exame e, mesmo com resultado negativo para aquele momento, será colocado em projeto remoto para verificar se apresentará algum sintoma. Outro ponto importante nesse protocolo é a ampliação dos atestados contendo CID ligado à COVID-19 (CID B34.2 – B97.2 – U07.1 – U07.2), SRAG ou expressão “suspeito de COVID-19″.

Outro item cobrado pela Contraf-CUT que avançou neste protocolo é a questão dos testes para os empregados. O empregado que teve contato com caso confirmado da Covid-19, durante mais de 15 minutos a menos de um metro de distância, será direcionado para realização de Exame Laboratorial para afastar a hipótese de contaminação. E é a unidade que vai checar com a área de Pessoas se há fornecedor habilitado na região para realização da testagem.

“São avanços importantes, considerando que a curva de contágio está em pleno crescimento. Defendemos o home office para os colegas, mas na impossibilidade de a CAIXA atender nossas reivindicações, o mínimo é que ela tenha protocolos condizentes às recomendações dos órgãos reconhecidos internacionalmente como referência no assunto”, diz Fabiana Uehara Proscholt, representante da Contraf-CUT nas negociações com o banco.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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