A segurança e solidez da Previ são garantidos pela qualidade de seus investimentos, pela contínua avaliação da forma de alocação dos recursos, pela seriedade, competência e compromisso dos seus funcionários, pela seriedade da gestão e também pela representação dos associados em todas as decisões.

A Previ é exemplo em governança corporativa para os fundos de pensão do país, com participação ativa há mais de dez anos em ações para melhorar a governança nas empresas onde tem participação e no sistema de previdência complementar.

O manifesto publicado em jornais e redes sociais, nesta sexta, pela diretora de administração Cecília Garcez; de planejamento, Décio Botecchia, e outros dirigentes de fundos anunciando união em defesa dos fundos, inclusive da Previ, de negócios que seriam ruins aos associados não faz nenhum sentido, e só se justifica pelo mais puro oportunismo.

O denuncismo é fora de hora, ordem e endereçado à uma Entidade que merece ser respeitada, principalmente por aqueles que estão à frente de sua gestão. O posicionamento dos diretores preocupa, pois é posto no campo da subjetividade e da especulação, sem nenhum fato concreto que possa dar sustentação ao que é dito.

Também não é razoável, nem permitido aos que têm a responsabilidade de administrar os mais de R$ 170 bilhões de patrimônio de nossa Caixa de Previdência, de forma rasa, questione processos nos quais eles mesmos têm competência, responsabilidade para tomar decisão e obrigação de negar, se errado estiver.

A diretora Cecília esconde o fato, por exemplo, de ter sido por seis anos diretora de Planejamento da Previ, ou seja, a pessoa que teve a responsabilidade de propor a forma de alocação de todos os ativos da Previ, definindo tipo de investimento e percentuais a serem alocados.

A diretora esquece ainda, propositalmente, que o atual diretor de planejamento é Décio Botecchia, eleito junto com ela, a quem caberá no próximo período propor a política de investimentos da Previ. Ou seja, são eles que têm a responsabilidade de propor os setores onde a Previ deve investir e os volumes de recursos a serem alocados, e, por politicagem, ficam por aí lançando dúvidas sobre a gestão do nosso fundo.

Justamente eles, que se elegeram dizendo que iam mudar o mundo, que tudo estava errado, e que agora se juntam com outros para atacar a Previ. Isso, em vez de fazer o que é da responsabilidade deles, que é propor e gerar valor para a gestão da Entidade.

A Previ não corre risco de insolvência, de alteração de direitos. Nós continuamos com superávit para garantir os compromissos e pagar mais de R$ 9 bilhões ao ano para os associados.

O país tem passado por uma devassa, onde o que não faltam são acusações e denúncias, verdadeiras ou não. Contudo, um fato tem sido marcante: por mais de uma década, nosso fundo deixou de frequentar páginas policiais e passou a ser exemplo de gestão e de governança.

Não é necessário ser nenhum especialista para perceber que diferente do terror que esses dirigentes tentam passar, nosso fundo pensão está sendo bem gerido e se encontra protegido de medidas que possam trazer prejuízo aos associados.

Eleitos pelos Associados para o Mandato 2012/2016:

Marcel Juviniano Barros – Diretor de Seguridade
Rafael Zanon Guerra de Araújo – Conselheiro Deliberativo
José Ulisses de Oliveira – Conselheiro Deliberativo Suplente
Haroldo do Rosário Vieira – Conselheiro Deliberativo
Odali Dias Cardoso – Conselheiro Fiscal
Diusa Alves de Almeida – Conselheira Fiscal Suplente
Waldenor Moreira Borges Filho – Conselheiro Consultivo Plano 1
Luiz Roberto Alarcão – Conselheiro Consultivo Plano 1 Suplente
Deborah Negrão de Campos – Conselheira Consultiva Previ Futuro
Vênica Ângelos de Melo – Conselheira Consultiva Previ Futuro Suplente

 

Fonte: Eleitos da Previ

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