Os dirigentes eleitos da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil divulgaram, na última semana, a edição número 8 do boletim Prestando Contas Cassi, no qual relatam os esforços que estão desenvolvendo junto às entidades sindicais e associativas para organizar o movimento em defesa da entidade e negociar com o BB uma solução para a sustentabilidade do plano de saúde.

Uma das ações na construção da unidade na defesa da Cassi e manutenção do modelo de solidariedade foi o encontro realizado na AABB em Brasília, dia 9 de fevereiro, organizado por entidades nacionais, do qual participaram diretores e conselheiros eleitos pelo corpo social e 103 representantes de 63 entidades representando os funcionários da ativa e aposentados.

Outro debate foi feito pelos eleitos da Cassi na sede da Anabb, em Brasília, no dia 22 de janeiro. Também estiveram em 17 de dezembro com a Comissão de Empresa dos Funcionários, da Contraf-CUT, para dar informações sobre as propostas dos eleitos contrárias às do BB, que quer aumentar as contribuições e reduzir direitos. E os sindicatos divulgaram aos funcionários da ativa dois boletins Espelho Cassi em dezembro e janeiro.

A Contraf-CUT, a pedido dos eleitos, vai organizar um encontro de saúde com os sindicatos em março, para ampliar o debate na ativa. “É hora de todos se envolverem para fortalecer a Cassi, uma das maiores conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil”, pedem os dirigentes eleitos no boletim número 8 Prestando Contas Cassi.

“Os diretores e conselheiros eleitos estão percorrendo o país desde o semestre passado e se reunindo com os sindicatos, Conselhos de Usuários, entidades de aposentados e associativas, e também com os trabalhadores da base, num esforço em levar os temas Cassi e saúde para o dia a dia da comunidade Banco do Brasil”, acrescentam.

“O centro das discussões com a base social tem sido os modelos de sistema de saúde existentes, tanto do mercado quanto o da Cassi, e as razões da dificuldade de se encontrar sustentabilidade da forma como estão organizados há mais de uma década”, concluem.

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