Nesta terça-feira, 9 de maio, foi realizada uma nova rodada de negociação entre o Sindicato e o Mercantil do Brasil na Secretaria Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE/MG), em Belo Horizonte. Em pauta estavam questões ligadas à segurança nas unidades de trabalho.

Os trabalhadores do Mercantil foram representados pelos funcionários do banco e diretores do Sindicato, Marco Aurélio Alves e Vanderci Antônio da Silva. Já o Mercantil foi representado pelo gerente de RH Márcio Ferreira, pelo gerente de segurança Marcos Campos e o pelo advogado Guilherme.

O Sindicato havia denunciado, junto à SRTE/MG, a falta de segurança e os riscos a que estavam expostos funcionários e usuários do Mercantil após a decisão do banco de retirar as portas giratórias e detectores de metal (PGDM), além dos vigilantes armados dos postos avançados de atendimento (PAAs).

Com a pressão do Sindicato, o Mercantil cedeu e anunciou a instalação de portas e a contratação de segurança armada nos PAAs de todo o país. Fica, assim, garantida a presença de, no mínimo, um vigilante nos locais de trabalho, com cumprimento das previsões de pausas pessoais contidas nas Normas Regulamentadoras do Direito do Trabalho.

O Sindicato exigiu também que nenhum funcionário do banco seja coagido para exercer a função de segurança em eventual falta de vigilância armada.

Marco Aurélio Alves, que é funcionário do Mercantil do Brasil e diretor do Sindicato, destacou que o Sindicato acompanhará a questão e cobrará o banco para que seja colocado em prática tudo que foi conquistado na mesa de negociação. “Na reunião, o Mercantil garantiu o intervalo dos vigilantes segundo as normas regulamentadoras do trabalho. O Sindicato estará de olho e não hesitará em acionar a SRTE sempre que for constatada falta de segurança nas agências”, afirmou.

Já para Vanderci Antônio da Silva, também funcionário do Mercantil e diretor do Sindicato, “agora é hora de mantermos a mobilização. Contamos com as denúncias dos bancários e vigilantes para fiscalizarmos o intervalo e a melhoria na qualidade de vida dos trabalhadores”.

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