A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE-Caixa) enviou uma cobrança, nesta quarta-feira 1º de novembro, à direção do banco de garantias aos empregados após as alterações no Saúde Caixa. Na última quinta-feira, dia 26 de outubro, durante a negociação da mesa permanente, o banco anunciou que está empenhado em mudar o modelo de custeio do Saúde Caixa. Para isso, poderá, inclusive, mudar o estatuto da CAIXA, estabelecendo um teto de 6,5% da folha de pagamento anual como limitador para despesas com o plano.

“Recebemos a intenção da CAIXA de fazer alterações drásticas. Porém, não é intenção dos empregados alterar o modelo de custeio do nosso plano. O Comando Nacional discutiu as garantias que a CAIXA colocou na mesa e considerou insuficiente”, afirmou Dionísio Reis, coordenador do CEE-Caixa.

Os representantes dos empregados cobram uma série de garantias para os trabalhadores da CAIXA, como o não aumento do Saúde Caixa e de manutenção do modelo de custeio, conselho de usuários deliberativo (exigência de debater aumentos com o conselho e com a CEE), Grupo de Trabalho entre CAIXA e empregados para debater solução para o Contencioso, Incorporação das Funções, assinatura do Termo de Compromisso, entregue em mesa dia 26 de outubro, garantia de emprego e discussão dos superávits com melhoria do plano.

“Nós queremos debater também questões que tem chegado dos sindicatose que são importantes importantes para os empregados, como o Porte para G3 e G4, efetivação da ajuda de custo para os gerentes de canais e vale-cultura, mesmo sem a isenção fiscal do governo federal”, finalizou Dionísio Reis.

Nova reunião com a CAIXA está agendada para a próxima quarta-feira, dia 8 de novembro, em São Paulo.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com a Contraf-CUT

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