Foto: Arquivo Sindicato

Empregadas e empregados de Minas Gerais realizaram no sábado, 23 de agosto, na sede do Sindicato, o Encontro Estadual de Isonomia na CAIXA. O evento foi realizado com o objetivo de debater a ampliação da isonomia entre empregados novos e antigos do banco. A discussão sobre o tema será realizada também em em nível nacional no III Encontro Nacional de Isonomia na CAIXA, que foi uma das deliberações do 30º Conecef e será realizado no dia 30 de agosto em Brasília.

A suplente ao Conselho de Administração da CAIXA, Rita Serrano, foi convidada pela Fetraf-MG a participar do evento e realizou um histórico do movimento nacional de luta dos empregados.

Na CAIXA, as discriminações sempre existiram e as mais recentes tiveram início em 1998, época em que bancos públicos federais estavam sendo preparados para a privatização pelo governo de Fernando Henrique Cardoso. De 2003 para cá, o movimento nacional dos empregados conseguiu, por meio de lutas e greves, avançar em alguns pontos, como Apips, o parcelamento do adiantamento de férias, o Saúde Caixa, o Novo Plano da Funcef e a unificação do Plano de Cargos e Salários (PCS). Falta conquistar o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) e a licença-prêmio.

Entre as várias ações já tomadas pelas entidades representativas dos empregados da CAIXA na luta pela defesa da igualdade de direitos e benefícios, destacam-se campanhas, abaixo-assinados e gestões junto aos órgãos governamentais. O movimento dos empregados também faz pressão junto ao Congresso Nacional, onde tramita um projeto de lei que prevê a isonomia nos bancos públicos e em outras empresas públicas federais.

A presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, ressaltou a importância dos debates sobre o tema. “No Encontro Estadual, elegemos delegadas e delegados de Minas Gerais que unirão forças aos demais participantes de todo o Brasil no Encontro Nacional. Nossa luta por isonomia é constante e incansável e exigimos que a CAIXA coloque fim às discriminações”, afirmou.

Compartilhe: