26/03/2012

 

Os empregados da CAIXA realizam no dia 4 de abril Dia Nacional de Luta  pela marcação correta de sua jornada de trabalho, para exigir o pagamento de todas as horas efetivamente trabalhadas e para por um fim a um sem número de fraudes. Covocadas pela Contraf/CUT, as mobilizações visam combater a extrapolação da jornada e o trabalho gratuito e pressionar a direção da CAIXA a adotar medidas eficazes contra as fraudes. Uma das reivindicações é o fim do registro de horas negativas no Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon), assim como o fim do bloqueio de acesso motivado pela falta de homologação do gestor ou hora extra não acordada.

O Sipon é um dos campeões de reclamações dos empregados. Em geral, a marcação da jornada de trabalho não é feita corretamente e as horas extras, quando anotadas, não são pagas nem compensadas. Os problemas se avolumam com a falta de empregados em todas as unidades.

A mobilização de 4 de abril é vista como fundamental para combater as irregularidades verificadas na marcação do ponto. Para isso, além das manifestações, a Contraf/CUT conclama os sindicatos e as federações de bancários a remeterem à diretoria da CAIXA cartas, e-mails e mensagens, protestando contra os problemas provocados pela não marcação correta da jornada.

Outro propósito do Dia Nacional de Luta é exigir o registro correto de todas as horas trabalhadas e assim corrigir uma das maiores fraudes no ambiente de trabalho do banco. Todos os empregados estão convocados para  participar.

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