Os empregados da CAIXA realizam, nesta quinta-feira, 11 de setembro, o Dia Nacional de Luta pela Isonomia deliberado durante o 3º Encontro Nacional de Isonomia, realizado em Brasília no dia 30 de agosto. Outra deliberação importante foi a criação de calendário permanente de luta, com previsão de encontros estaduais, regionais e nacionais, durante todo o ano. Também foi definida a divulgação nas redes sociais da lista dos parlamentares que votaram e vierem a votar contra a aprovação do projeto de lei nº 6.259/2005, de autoria dos parlamentares Daniel Almeida (PCdoB/BA) e Inácio Arruda (PCdoB/CE), que prevê isonomia entre os empregados da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco do Nordeste/BNB e Banco da Amazônia.

Essas iniciativas visam dar desdobramento às discussões em torno da luta por igualdade de direitos e benefícios entre trabalhadores dos bancos públicos federais, buscando assim intensificar a pressão sobre o Congresso Nacional.

Na CAIXA, as discriminações sempre existiram e as mais recentes tiveram início em 1998, época em que bancos públicos federais estavam sendo preparados para a privatização pelo governo de Fernando Henrique Cardoso. De 2003 para cá, o movimento nacional dos empregados conseguiu, por meio de lutas e greves, avançar em alguns pontos, como Apips, o parcelamento do adiantamento de férias, o Saúde Caixa, o Novo Plano da Funcef e a unificação do Plano de Cargos e Salários (PCS). Falta conquistar o Adicional por Tempo de Serviço (ATS) e a licença-prêmio.

Entre as várias ações já tomadas pelas entidades representativas dos empregados da CAIXA na luta pela defesa da igualdade de direitos e benefícios, destacam-se campanhas, abaixo-assinados e gestões junto aos órgãos governamentais. O movimento dos empregados também faz pressão junto ao Congresso Nacional, onde tramita um projeto de lei que prevê a isonomia nos bancos públicos e em outras empresas públicas federais.

A presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, ressaltou que a isonomia é uma das prioridades da Campanha Nacional 2014 da categoria bancária e que a igualdade de direitos entre todos os empregados da CAIXA representa a reparação de uma injustiça histórica. “Vamos intensificar a mobilização  pela igualdade de direitos, principalmente em relação ao Adicional por Tempo de Serviço (ATS) – o chamado anuênio – e a licença-prêmio, benefícios que não foram dados a todos que ingressaram no banco após 1998. Nossa luta por isonomia é constante e incansável e exigimos que a CAIXA coloque fim às discriminações”, afirmou.

Mobilize-se. Todos de branco pelos seus direitos!

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