Ao longo de cinco anos, a CAIXA já perdeu mais de 17 mil empregados. O déficit é grande. Mais de 17 mil empregados saíram do banco entre 2014 e 2020. Segundo os balanços divulgados, o banco passou de 101.484 trabalhadores em janeiro de 2015 para 84.320 em junho de 2020. Uma queda de mais de 20%. Para lutar por mais contratações, a representação dos empregados iniciou um abaixo-assinado. O objetivo é reivindicar a recomposição de quadro de empregados, que tem caído anualmente.

Apoie e fortaleça essa campanha! Acesse o link e assine o abaixo-assinado em apoio a mais contratações na CAIXA.

Os empregados têm vivido dias estressantes de trabalho, com condições precárias nas unidades e submetidos à pressão constante para obtenção de resultados através de metas abusivas. Recentemente, o banco aumentou as metas mais uma vez, chegando a triplicar para alguns empregados.

Na pandemia, mais de 100 milhões de pessoas têm passado pela CAIXA mensalmente, entre beneficiários auxílio emergencial, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm). Os empregados têm atuado incansavelmente para garantir o atendimento a toda a população.

Para a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, a contratação precisa ser imediata. “Os colegas estão adoecendo com as jornadas estafantes de atendimento e reforçada por metas abusivas. Contratar mais significa dar melhores condições a todos os trabalhadores e claro melhor atendimento para a população”.

A falta de trabalhadores tem afetado não apenas os empregados, como a população. Sem investimentos, o banco lida com a precarização dos atendimentos à população. Para os trabalhadores, o resultado é cansaço e adoecimento.

 

Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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