Em ofício enviado ao presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, e à Gerência Nacional de Relações Trabalhista (GERET), representantes dos empregados da CAIXA apresentaram seus protestos e discordância quanto à não renovação de aluguéis de 170 imóveis e a venda de alguns próprios em que se encontram inúmeras unidades do banco.

Veja o ofício na íntegra aqui.

No documento, os trabalhadores questionam o fato de a CAIXA ter realizado o deslocamento dos empregados cujas lotações físicas se dão nos respectivos prédios e salas sem o devido prévio aviso ou negociação.

A forma abrupta como o banco comunicou os deslocamentos ocasionou pânico e insegurança às empregadas e empregados atingidos, que temem alterações significativas na vida funcional e na saúde.

“Está claro que essa atitude da CAIXA aponta para mais uma manifestação que reforça a tentativa de implantação da política de privatização do atual governo. Mais do que nunca, a nossa mobilização contra essa política é fundamental. Exigimos explicações quanto à forma como está acontecendo a desocupação de prédios e salas do banco. Exigimos respeito aos trabalhadores atingidos, bem como que haja negociação com as entidades sindicais e representativas para a melhor solução e acolhimento das empregadas e dos empregados envolvidos nesta decisão”, ressalta Eliana Brasil, diretora do Sindicato e representante de Minas Gerais na Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

Compartilhe: