Foto: Contraf-CUT

Representantes dos bancários se reuniram com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), no dia 12 de maio, em São Paulo, para realizar as discussões da comissão bipartite de segurança bancária pela segunda vez no ano. O objetivo da negociação era ouvir a resposta dos bancos para três reivindicações apresentadas na reunião anterior.

Sobre a manutenção dos vigilantes durante o contingenciamento do atendimento das agências alvos de explosões, os bancos disseram que são casos pontuais e avaliam que não há necessidade. Os bancários reforçaram que a demanda é muito importante e que, inclusive, já houve furto de documentos e pertences de trabalhadores nessas agências.

Outra reivindicação é de um vigilante extra para fazer a detecção de metal com equipamento portátil nas agências cujas portas giratórias apresentarem problemas. Os bancos se negaram a atender a cobrança e apresentaram justificativas que serão levadas para avaliação do Comando Nacional dos Bancários, que se reúne nesta terça-feira, 16 de maio.

Outra reivindicação diz respeito à ampliação da proteção aos bancários, prevista na cláusula 33ª da CCT e que abre a possibilidade de realocação de funcionários vítimas de sequestro consumado para outra agência ou posto de atendimento bancário. A Fenaban disse que a questão ainda está em estudo com os bancos e que, na próxima reunião, marcada para 12 de julho, deve apresentar uma proposta ao movimento.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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