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Nesta terça-feira, 14, em São Paulo, os financiários entregaram a pauta de reivindicações, com destaque na defesa do emprego e ampliação de direitos, para a Fenacrefi. A minuta foi aprovada em maio, na 1ª Conferência Nacional dos Financiários, que reuniu na sede da Contraf-CUT trabalhadores e trabalhadoras de várias partes do Brasil. O Sindicato participou da entrega representado pelo diretor Vanderci Antônio.

Entre as reivindicações da Campanha Nacional 2016 estão: reajuste de 15,31%, composto pela reposição da inflação mais 5% aumento real, Piso Escritório R$ 3.777,93 (valor igual ao salário mínimo indicado pelo Dieese em maio de 2016) e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários, entre outros pontos.

A data base dos financiários varia em diferentes regiões do país. Uma das reivindicações é que ela seja unificada com a da categoria bancária, que é 1º de setembro.

Outros itens prioritários da pauta de reivindicações dos financiários estão relacionados à saúde e condições de trabalho, como o combate ao assédio moral e às metas abusivas. A terceirização no setor também foi um dos destaques da reunião e foi criada uma mesa temática para discutir o assunto.

GT de Trabalho de PLR

Na ocasião, o Grupo de Trabalho (GT) de PLR esteve reunido com a Fenacrefi discutindo um novo modelo de Participação nos Lucros e Resultados para os financiários. A proposta apresentada consiste no adiantamento de 60% do valor fixo da PLR + 54% do salário + adicional de PLR.

Principais reivindicações dos Financiários

  • Reajuste: 15,31% (reposição da inflação mais 5% aumento real)
  • PLR: Três salários do trabalhador
  • VA, VR e auxílio-creche/babá: salário mínimo nacional para cada um deles (R$ 880)
  • Pisos:
    • Escritório R$ 3.777,93 (salário mínimo medido pelo Dieese em maio de 2016)
    • Caixas, operadores de telemarketing, empregados de tesouraria e os que efetuam pagamentos e recebimentos R$ 5.100,21
    • Analista de Crédito R$ 5.666,90
    • 1º Comissionado R$ 6.422,48
    • 1º Gerente R$ 8.500,34
  • Abono assiduidade de um dia
  • Fim da terceirização
  • Fim do assédio moral e das metas abusivas
  • Licença-paternidade de 20 dias
  • Unificação nacional da data base

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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