Nesta quarta-feira, 3, representantes da Contraf-CUT e da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniram com integrantes do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição, ligado ao Ministério Público do Trabalho (MPT). No encontro, os representantes dos funcionários solicitaram intermediação do MPT para a obtenção de mais informações sobre a reestruturação anunciada pelo banco.

Os trabalhadores lembraram que o MPT participou da mediação sobre o Plano de Demissão Voluntária (PDV) apresentado pelo BB em 2016 e que, em situações de fechamento de agências, tradicionalmente os sindicatos são informados. Já em 2021, o banco apresentou o plano de reestruturação sem passar mais detalhes, alegando razões de mercado.

Na reunião, a Contraf-CUT ressaltou dois pontos essenciais para serem tratados o mais rápido possível: as gratificações para os caixas e informações sobre quais agências serão fechadas. Os representantes do banco se comprometeram a submeter a pauta com os pontos destacados à instância superior e trazer a resposta até a próxima audiência com o MPT, na segunda-feira, 8.

“É sem precedentes o descaso do Banco do Brasil com a categoria e com o movimento sindical. Além da redução de salários, remoção compulsória e fechamento de agências, ainda nos sonega qualquer tipo de informação. Temos que nos valer de todas as nossas ‘armas’ pra tentar reverter esse quadro. E a maior e mais efetiva é a mobilização da categoria”, ressaltou Luciana Bagno, diretora do Sindicato e representante da Fetrafi-MG nas negociações com o BB.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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