Fotos: Alessandro Carvalho

 

 

A categoria bancária mostrou sua força na grande Greve Geral realizada em 14 de junho, com as atividades de dezenas de agências bancárias paralisadas durante todo o dia. Já o ato realizado em Belo Horizonte, que percorreu ruas do Centro da capital, contou com a participação de mais de 250 mil pessoas, que protestaram contra a reforma da Previdência e a retirada de direitos.

A mobilização foi realizada por diversas categorias de trabalhadores, centrais sindicais, movimentos sociais e populares, estudantes de instituições públicas e privadas e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Além dos bancos, as atividades foram paralisadas em vários setores e houve adesão de servidores da educação, da saúde, trabalhadores da Copasa, da área de processamento de dados, metroviários, metalúrgicos, petroleiros, Correios, eletricitários, economistas, professores e estudantes.

Segundo balanço realizado pelas centrais sindicais, aproximadamente 45 milhões de trabalhadores e trabalhadoras participaram da Greve Geral em todo o país.

Além de combater o desmonte da Previdência proposto pelo governo Bolsonaro, as manifestações defenderam a soberania nacional, as empresas públicas, a educação pública de qualidade e gratuita para todos, entre outras pautas.

“Bancárias e bancários deixaram claro que têm consciência sobre as ameaças representadas pela reforma da Previdência e a importância de ocupar as ruas para defender os direitos e as conquistas dos brasileiros. A categoria está de parabéns pelo engajamento e mobilização demonstrados no dia 14 de junho. Demos um grande recado ao governo ao reafirmarmos que não aceitamos a retirada de direitos, os ataques aos bancos públicos e à soberania nacional”, destacou a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil.

 

 

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