Foto: Contraf-CUT

 

Após cobrança dos representantes dos empregados da CAIXA, em junho, o banco voltou atrás e vai retirar, do RH 221, a exigência de contribuição mínima de 120 meses para manter o Saúde Caixa após rescisão do contrato de empregado aposentado pelo INSS. A nova versão do normativo está em fase de elaboração e será divulgada pela CAIXA em breve.

As mudanças foram resultado das cobranças realizadas na reunião conjunta do GT Saúde Caixa e do Conselho de Usuários do Saúde Caixa com o banco. As alterações feriam o negociado com a categoria no Acordo Coletivo de Trabalho.

Outros pontos foram acatados, como o não cancelamento do Saúde Caixa para o aposentado que não se recadastrar no período determinado. A CAIXA concordou que o plano fique suspenso até que o aposentado possa realizar o recadastramento. A alteração também valerá para os filhos, maiores de 21 anos, permanentemente incapazes.

Foi informado, também, que o filho permanentemente incapaz, pela nova versão do RH, poderá ter renda de até um salário mínimo para ser mantido como dependente direto após completar 21 anos, não considerando, nessa conta, a pensão alimentícia. Pela atual redação, filhos nessas condições somente podem ser mantidos se não tiverem nenhum tipo de rendimento.

Em outros itens questionados, a patrocinadora se manteve inflexível, como no caso do casal CAIXA, obrigando assim que o titular seja o de maior remuneração base.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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