Em reunião com a Comissão de Organização dos Empregados (COE), na tarde desta quinta-feira, 6, em São Paulo, o Itaú não apresentou resposta sobre as propostas de reajuste do valor das bolsas de estudo e do Programa Complementar de Resultados (PCR). O Sindicato participou da reunião representado pela diretora Valdênia Ferreira.

O banco não deu uma nova data para a apresentação da resposta, mas uma nova reunião deve ser agendada ainda para 2018.

“O banco ainda está estudando a proposta. Esperamos que na próxima reunião isso seja resolvido e, quando for pago, o PCR venha com o valor calculado da forma como pedimos”, afirmou o diretor da Contraf-CUT e coordenador da COE do Itaú, Jair Alves.

Nos nove primeiros meses de 2018, o Itaú obteve lucro líquido de R$ 19,255 bilhões. Por isso, os trabalhadores deixaram claro que é possível avançar na proposta e oferecer mais para os. Funcionários.

Bolsas de estudos

Com relação às bolsas de estudos, os trabalhadores reivindicam o reajuste do valor, que atualmente vai até R$ 390,00, e também o aumento do número de bolsas concedidas. Hoje o banco concede 5.500 bolsas.

Atualmente, a demanda por bolsas no banco é muito maior do que a oferta. Para 2018, houve 8.742 inscrições.

Turnover

O banco apresentou os dados sobre o número de demissões e de contratações de funcionários (turnover) em 2018. A taxa de tounover ficou em aproximadamente 10%.

No saldo, o banco contratou mais do que demitiu neste ano, mas os novos funcionários entraram ganhando muito menos do que os demitidos. Com isso, o Itaú reduz o ganho dos funcionários para aumentar o lucro.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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