Mais uma agência do Bradesco foi invadida na madrugada do dia 21 de dezembro na avenida Bernardo Vasconcelos, no bairro Palmares, em Belo Horizonte. Os criminosos explodiram um dos caixas com dinamite e deixaram um rastro de destruição na unidade de trabalho, com vidros e forros danificados.

O Sindicato esteve presente no local no dia da ocorrência, representado pelos funcionários do Bradesco e diretores do Sindicato, Carlos Augusto Vasconcelos, Paulo Henrique Correa (Capela) e Leonardo Marques, para impedir que a agência funcionasse nas precárias condições em que se encontrava.

A ação da entidade prosseguiu nesta segunda-feira, 24, e também nesta quarta-feira, 26, apesar da insistência do gestor regional para que a agência fosse aberta. Reparos estão sendo feitos na estrutura do local para garantir que volte a funcionar apenas quando oferecer segurança aos funcionários, clientes e usuários.

A frequência com que ocorrem crimes em agências do Bradesco é assustadora e demonstra claramente as precárias condições de segurança oferecidas pelo banco. O Sindicato tem denunciado os problemas e cobrado do Bradesco medidas que tragam paz aos trabalhadores e a todos aqueles que utilizam os serviços do banco.

Para o funcionário do Bradesco e diretor do Sindicato, Leonardo Marques, o banco descumpre legislação municipal e desrespeita seus trabalhadores. “Além de não instalar biombos entre os caixas, como exige a lei municipal, o Bradesco cobra metas absurdas de seus funcionários. Em um assalto como este, o banco quer que a agência seja aberta e que os bancários trabalhem normalmente ou num ritmo ainda mais acelerado para cobrir os prejuízos. Exigimos condições dignas para os trabalhadores e lutaremos contra os abusos do banco”, afirmou.

Atualmente, o Sindicato luta também, junto à Fenaban, pela elaboração de um projeto-piloto de segurança que garanta melhorias efetivas na segurança de todas as agências bancárias.

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