Foto: Contraf-CUT

 

O Banco do Brasil reafirmou, nesta sexta-feira, 17, na reunião com a Comissão de Empresa dos Funcionários do banco, que a manutenção das cláusulas do acordo que não tem relação com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e apresentou uma redação de todas as cláusulas discutidas para modificação. Dentre as cláusulas, está a que trata de descomissionamento por desempenho, na qual o banco apresentou proposta de redução dos ciclos avaliatórios.

A Comissão de Empresa informou ao banco que o acordo de quatro anos e a redução dos direitos dos trabalhadores foi rejeitada nas assembleias, realizadas no dia 8 de agosto, e que a mesa tem disposição de continuar a negociação até que se chegue a um acordo ou uma definição clara de impasse.

O banco se comprometeu a apresentar, ainda, a redação sobre o banco de horas e o intervalo de almoço que está sendo discutido também na mesa única.

Para o diretor do Sindicato e coordenador da Comissão de Empresa, Wagner Nascimento, ainda existem muitos direitos a serem garantidos pelo BB. “A negociação, até o momento, tem rendido a manutenção da maioria das cláusulas do acordo coletivo. Contudo, ainda temos muitos direitos a serem garantidos pelo banco. Entre as cláusulas ameaçadas de saírem do acordo, está a das três avaliações. Tanto nas visitas na base, quanto nas assembleias, ficou evidente que os bancários temem a retirada dessa cláusula pela forte ameaça de descomissionamento e perda do seu cargo. Esperamos que, na próxima semana, de fato, tenhamos uma definição clara de fechamento de acordo. Caso ocorra um impasse, organizaremos a nossa mobilização”, finalizou.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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