Mesmo tendo sido cobrado pelo movimento sindical, o Bradesco continua descumprindo a cláusula 65 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e criando obstáculos para a liberação do salário emergencial aos bancários afastados. Denúncias confirmam essa prática desumana na instituição.

Logo após a extinção do pedido de reconsideração (PR) implantado pelo governo Temer, o banco suspendeu o pagamento do salário emergencial.

O movimento sindical solicitou ao banco que reconsiderasse essa decisão, o que foi feito. Porém, a quantidade de bancários que têm esse direito negado voltou a aumentar no último período.

Para as entidades representativas dos funcionários, o banco não pode negar o pagamento desse salário, já que os trabalhadores se encontram inaptos pelo médico do trabalho e ainda aguardam a perícia do INSS. O adiantamento do salário está na cláusula 65 da CCT e é um direito que já existe há mais de cinco anos. Sendo assim, o banco não pode dificultar o acesso a essa conquista.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com SPbancários

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