O movimento sindical bancário promove, nos dias 28 e 29 de janeiro, quatro oficinas no Fórum Social Mundial. Promovidas pela Contraf-CUT, pela Fenae, pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo e UNI Américas Finanças, elas abordam temas como teletrabalho, bancos públicos e o combate à violência doméstica contra bancárias.

O Fórum Social Mundial é um contraponto ao Fórum Econômico Mundial, que reúne os grandes capitalistas do mundo e que ocorre no mesmo período em Davos, na Suíça. As inscrições podem ser feitas individualmente ou coletivamente pela página do evento.

Roberto von der Osten, secretário de Relações Internacional da Contraf-CUT, lembra que a Confederação tem uma tradição em participar de maneira destacada no evento. “Já fizemos oficinas e debates sobre o papel social dos bancos, sobre a regulamentação do sistema financeiro e vários outros debates que foram importantes na conjuntura de cada ano em que participamos”, afirma.

Oficinas

Dia 28 de janeiro – quinta-feira, às 15h

O teletrabalho e a aceleração das transformações tecnológicas nos bancos.

Apresentação da pesquisa nacional com 8.560 bancários e bancárias de todos os estados da Federação, que estão em home office e comparação com a aceleração das transformações tecnológicas nos bancos do Brasil.

Acesso para assistir e enviar perguntas e manifestações sobre o tema via chat, use:

 

Dia 28 de janeiro – quinta-feira, às 17h

A defesa da Caixa e do Banco do Brasil frente aos ataques neoliberais do governo Bolsonaro.

Organizada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, em parceria com a Contraf-CUT e Fenae, trará o debate sobre o papel dos bancos públicos e do papel frente ao desenvolvimento social e econômico do país.

Acesso para assistir e enviar perguntas e manifestações sobre o tema via chat, use:

 

Dia 29 de janeiro – sexta-feira, às 15h

Projeto Basta! Não irão nos calar.

Organizada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, esta oficina abordará o atendimento e o acompanhamento dos casos de violência doméstica contra as bancárias que procuram a entidade e a vinculação destas demandas à Convenção Coletiva de Trabalho – CCT da categoria.

Acesso para assistir e enviar perguntas e manifestações sobre o tema via chat, use:

 

Dia 29 de janeiro – sexta-feira, às 17h

O papel dos bancos públicos na retomada econômica e social pós pandemia

A UNI Américas Fînanças, através da Alianza Latinoamericana en Defensa de las Bancas Publicas, defende que os bancos públicos desempenham um papel importante na região. A pandemia mostrou que o Estado deve estar presente com políticas reduza os impactos na qualidade de vida dos cidadãos. Não podemos ignorar o fato de que as crises podem provocar um mal-estar e desconfiança em relação à democracia e constituem um risco para a coesão social e o desenvolvimento sustentável. Para construir um novo modelo de desenvolvimento na região que contemple três dimensões; a social, ambiental e econômica os Estados necessitam de uma banca pública forte e atuante. A oficina terá participação de lideranças da Argentina, Uruguai, Peru, Chile, Colômbia e Costa Rica.

Acesso para assistir e enviar perguntas e manifestações sobre o tema via chat, use:

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

Compartilhe: