O Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, em 25 de novembro, marca o início de uma mobilização social conhecida como “Os 16 Dias de Ativismo”. A atividade vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. A campanha foi criada em 1991 por movimentos de mulheres e atualmente é realizada em 159 países.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) participa da campanha. Para a secretária de Mulheres da Contraf-CUT, Elaine Cutis, Os 16 Dias de Ativismo é o momento oportuno para reforçar uma luta permanente.

“A violência contra a mulher é uma das formas mais bárbaras de violação dos direitos humanos. Chamamos mulheres e homens a participarem da campanha para denunciar este grave problema enfrentado pelas mulheres no mundo. A violência pode atingir uma pessoa da família de qualquer um, uma amiga, filha ou colega de trabalho”, ressaltou Elaine.

Entre as violências contra a mulher, uma das mais cruéis é o estupro, enraizado em um conjunto complexo de crenças patriarcais, poder e controle que continuam a criar um ambiente social no qual a violência sexual é generalizada. No Brasil, uma mulher é vítima de estupro a cada 11 minutos.

A categoria bancária sempre teve forte atuação nas questões de gênero e no combate à violência contra a mulher. Neste ano, foi conquistada uma cláusula específica, que, além de orientações de prevenção à violência, também cria um canal nos bancos para as bancárias denunciarem violência doméstica. O canal permite acolhimento, orientação e ajuda para que a vítima possa romper o ciclo de violência.

Nos meses de novembro e dezembro, serão divulgadas as atividades do Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher e Os 16 Dias de Ativismo.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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