Nesta sexta-feia, 10 de novembro, Dia Nacional de Paralisação contra as Reformas Trabalhista e da Previdência do governo ilegítimo de Temer,   o Sindicato realizou um ato público em frente ao prédio do Banco do Brasil na rua Guarani, no centro da Capital,  onde funcionam as agências Guarani e Tamoios, além das unidades de trabalho CENOP, CSA e GERAC.

Antes da abertura do prédio, os diretores do Sindicato explicaram as razões para a realização do ato e retardaram a entrada dos funcionários. Durante o ato realizado entre as 7h e 11h  os bancários paralisaram suas atividades e denunciaram os efeitos perversos da nova  legislação trabalhista, que pretende acabar com os empregos formais e tornar ainda mais precários os que se mantiverem. Fruto do golpe, ela veio para tirar os direitos dos trabalhadores. Também houve repúdio às práticas recentes de perseguição do Banco do Brasil aos funcionários com ações judiciais.

Segundo Rogério Tavares, diretor da Fetrafi-MG,  o ato mostrou que os bancários do Banco do Brasil estão prontos para dizer não à retirada de direitos.  “Esse ato, que teve a participação de  cerca de 500 bancários, demonstrou que o funcionalismo não concorda com a retirada de direitos e irá resistir firmeza contra as arbitrariedades do banco”, afirmou.

Além dos protestos contra as “reformas” trabalhista e previdenciária e contra a falta de ética do BB, os bancários mais uma vez enfatizaram a importância de todos defenderem a função social dos bancos públicos. “Temos que defender o Banco do Brasil e a CAIXA como bancos públicos de suma importância para o desenvolvimento do país e fomentadores de política sociais” ressaltou Eliana Brasil, presidenta do Sindicato.”

Veja mais imagens do ato desta sexta-feira:

 


 

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