As negociações que garantiram a adesão dos mais de três mil empregados admitidos após 31 de agosto de 2018, a maior parte deles Pessoas com Deficiência (PcD), ao Saúde Caixa, na Campanha Nacional 2020 também definiu reajustes, mas manteve a relação de custeio em 70/30 do plano de saúde.

“O acordo foi construído num cenário de dura negociação entre a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) com a direção do banco. A manutenção do teto para o grupo familiar, teto de mensalidade e acesso para todos foram importantes avanços. A CAIXA queria individualizar seguindo a orientação da CGPAR 23, mas temos ainda muito debate pela frente”, avaliou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa.

O acordo prevê uma contribuição do titular de 3,5% do salário e 0,4% por dependente, com teto de 4,3%. A coparticipação passa a ser 30% de cada dependente e o teto por grupo familiar de R$ 3.600. Além disso, não há mais a coparticipação para internação e tratamento oncológico e o atendimento em pronto socorro, coparticipação de R$ 75.

Outra conquista da Campanha Nacional foi a garantia no ACT 2020-2022 do Grupo de Trabalho (GT) Saúde Caixa, que tem como principal finalidade apresentar propostas de formato de custeio e de gestão que entrará em vigor a partir de 2 de janeiro de 2022.

As regras do novo formato de custeio do Saúde Caixa podem ser consultadas por meio dos MN RH 221, RH222 e RH223. Em caso de dúvidas, os usuários do plano podem entrar em contato com a Central de Atendimento do Saúde Caixa pelo telefone 0800 0956094 ou pelo endereço www.centralsaudecaixa.com.br/fale-conosco/ ou www.centralsaudecaixa.com.br/adesao.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

Compartilhe: