O II Censo da Diversidade termina nesta sexta-feira, dia 9 de maio, após ter sido prorrogado a pedido da Contraf-CUT. Cada bancário e bancária tem a possibilidade de participar no seu local de trabalho, em casa, pelo celular ou tablet. O questionário contém 5 páginas e o tempo para responder é entre 5 a 8 minutos.

O sistema de acesso é criptografado, o que significa que a exigência do CPF e matrícula permite a entrada segura mas não permite que, posteriormente, a pessoa que respondeu seja identificada.

Clique aqui para acessar o hotsite e responder o questionário.

Em 2008, quando aconteceu o I Censo, mais de 200 mil bancários responderam o questionário e não houve qualquer tipo de retaliação e perseguição. Portanto, o sistema é seguro e as informações são confidencias e sigilosas.

Até o último dia 15 de abril, cerca de 95 mil bancários e bancárias responderam o questionário, o que representa apenas 19,67% do universo de 486 mil funcionários e funcionárias dos bancos que participam do censo. São 7 bancos públicos (BB, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia, Banestes, Banrisul, BNB e BRB) e 11 bancos privados (Bradesco, Citibank, Fibra, HSBC, BIC Banco, Itaú, Mercantil, Santander, Safra, Votorantim e Topázio).

As informações do II Censo são importantes para construir mecanismos de combate às discriminações existentes dentro dos bancos e para traçar políticas para enfrentar as desigualdades de gênero, raça, orientação sexual e de trabalhadores com deficiência.

Conquista dos bancários na luta contra as discriminações

O II Censo foi uma conquista dos bancários na Campanha Nacional 2012. Com ele, será agora possível verificar o que mudou e o não que avançou nos últimos seis anos em termos de igualdade de oportunidades para os bancários e bancárias.

A grande maioria dos trabalhadores e trabalhadoras não têm acesso aos critérios objetivos para construir a sua carreira no banco. Ficam “estacionados” nos cargos por longos anos, sem reconhecimento e valorização. Essa realidade é percebida em bancos públicos e privados e atinge mulheres, a população negra, LGBT e trabalhadores com deficiência.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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