Começou a vigorar na primeira quarta-feira deste ano (2) a nova taxa de juros atuariais do Plano Previ Futuro, que teve redução de 5,5% para 5% ao ano. A diminuição foi aprovada pelo Conselho Deliberativo do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil em dezembro de 2012 e estava previsto nos cenários das Políticas de Investimentos do Plano 1 e do Previ Futuro, elaboradas para o período 2005-2012.

O objetivo da redução dos juros atuariais é acompanhar as novas medidas de juros mais baixos que estão sendo praticados na economia brasileira com a trajetória de queda da taxa básica de juros (Selic). A definição da taxa atuarial envolve estudos e análises de várias diretorias da Previ até a etapa de aprovação pela Diretoria Executiva.

Essa redução também implica que o fundo de pensão tenha de ser mais ousado e criativo na busca da rentabilidade em benefício dos investidores participantes. Para construir as políticas de investimentos, a Previ utiliza ferramentas de planejamento para visualizar panoramas macroeconômicos e fazer análises de ALM (Gestão de Ativos e Passivos), considerando cenários que vão do otimista ao de estresse.

“É de extrema importância a diversificação dos investimentos, a gestão responsável dos recursos, observando as melhores práticas de governança e com a participação de representantes dos funcionários nas instâncias diretivas da Previ. É importante ressaltar que a taxa atuarial é o mínimo que os investimentos têm que render, sendo que na série histórica o Previ Futuro rendeu mais que o atuarial. No Previ Futuro, cada vez que o plano rende mais que a meta atuarial, todo o excedente vai direto para as reservas dos participantes, aumentando a sua perspectiva de benefício”, destaca Wagner Nascimento, diretor do Sindicato e conselheiro consultivo eleito do Plano Previ Futuro.

Entenda os impactos da redução da taxa

O benefício a ser pago futuramente ao participante do Previ Futuro é construído com base em três pilares: o tempo de contribuição para o plano, os níveis de contribuição e a expectativa de retorno dos investimentos. A alteração da taxa de juros atuariais envolve esse último item.

Como a economia do país passou a trabalhar com juros mais baixos, a expectativa de remuneração dos investimentos precisa ser adequada a metas realistas. Dessa forma, a Política de Investimentos de cada plano de benefícios considera a meta de juros atuariais e os três pilares mencionados na construção da macroalocação dos recursos de cada plano.

Benefícios futuros

Nos planos Contribuição Variável (CV), como é o caso do Previ Futuro, taxas menores provocam queda nos benefícios programados quando de seu cálculo, devido ao menor retorno projetado. Dessa forma, a redução da taxa atuarial do Previ Futuro de 5,5% a.a. para 5% a.a. reduz também a projeção do benefício futuro da Parte II do Plano e impacta diretamente os benefícios calculados a partir de janeiro de 2013.

Simule seu benefício

No Autoatendimento do site Previ, está disponível o Simulador de Renda do Previ Futuro. O simulador utiliza a nova taxa atuarial de 5% a.a. nas projeções dos cálculos do benefício futuro.

Redução da taxa atuarial impacta empréstimos e financiamentos

As operações, que já praticavam as menores taxas do mercado, ficam mais baratas para o participante.

Com a aprovação da redução da taxa de juros atuariais do Plano Previ Futuro de 5,5% para 5% ao ano, as operações de Empréstimo Simples e de Financiamento Imobiliário contratadas pelos participantes do Plano passam a ter novas taxas a partir de 2/1.

Os sistemas estão sendo ajustados para contemplar as alterações e processar eventuais acertos nos saldos devedores.

Saiba mais no site da Previ: www.previ.com.br/

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Sindicato dos Bancarios de Brasília e Previ

Compartilhe: