Segue na Justiça o processo referente aos recursos remanescentes do IABCN (Instituto Assistencial BCN), que era administrado pela Fundação Francisco Conde (FFC). Estes recursos estavam bloqueados desde que o Bradesco adquiriu a instituição financeira, em 1997, e ainda dependem de trâmite judicial para serem pagos.

Atualmente, o processo está em sua fase final. Porém, alguns pedidos individuais, fora da ação coletiva, têm atrasado a execução e o pagamento dos valores aos beneficiários.

O último caso foi de um bancário que saiu do banco antes de abril de 1999 e que entrou com petição dizendo ter direito ao remanescente. Porém, pessoas que saíram antes desta data não têm direito aos valores, já que os receberam na homologação de sua rescisão.

Mesmo assim, o juiz que trata do caso encaminhou solicitação ao Bradesco pedido esclarecimentos. Os advogados que cuidam da ação coletiva, diante desta nova interferência no processo, cobraram agilidade do banco para a resposta, que ainda está pendente.

Uma nova reunião de beneficiários deve ser realizada no dia 3 de maio em São Paulo. No encontro, devem ser repassadas mais informações sobre o andamento do processo, além de discutidos temas como revisão da parte previdenciária e plano de saúde.

 

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