Foto: Jaílton Garcia - Contraf-CUT

Foto: Jaílton Garcia – Contraf-CUT

Nesta terça-feira, 30, na quarta rodada de negociação dos financiários, em São Paulo, a Fenacrefi continuou com o tom de respostas negativas às reivindicações da categoria. Diante de mais uma rodada sem avanços, o comando orientará pela aprovação da greve em assembleias.

Na ocasião, foram debatidas quatro cláusulas, entre elas, contratação dos trabalhadores do ramo financeiro, cumprimento da licença-paternidade, Participação dos Lucros e Resultados e parcelamento do adiantamento de férias.

Cláusulas negadas

Diante da falta de funcionários contratados pelas financeiras e com o grande número de prestadores de serviços no ramo, os representantes dos financiários destacaram a necessidade de mais contratações. A Fenacrefi se negou a fazer o debate neste momento.

Outros pontos negados pela Fenacrefi foram sobre a discussão de um novo modelo de Participação de Lucros e Resultados, adiantamento de salário e aumento da parcela adicional da PLR.

Entre as questões sociais debatidas, os financiários não obtiveram avanço na licença-paternidade, visto que muitas instituições financeiras ainda não são cadastradas no Programa Empresa Cidadã. Os representantes dos trabalhadores cobraram o cumprimento da lei.

Proposta salarial baixa

A proposta de reajuste salarial apresentada é baixa, correspondendo a 80% do INPC de 9,83%, referente a junho/2016, mais R$ 1.000 de abono. O índice está muito aquém da reivindicação dos financiários, de reposição da inflação, mais 5% de aumento real.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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