Foto: Contraf-CUT

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC reuniu-se nesta segunda e terça-feiras, 27 e 28, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para discutir a conjuntura atual com os rumores de que o banco possa sair do Brasil e o impacto disso para futuro dos funcionários. O funcionário do HSBC e diretor do Sindicato, Geraldo Rodrigues, participou da reunião.

A notícia sobre a venda da operação de varejo e de parte do banco de investimento no Brasil foi veiculada em primeira mão pelo jornal Financial Times no dia 17 de abril.

Os representantes dos funcionários solicitaram na segunda-feira, 27, reunião com a direção do banco para pedir esclarecimentos sobre as informações que estão sendo veiculadas na imprensa e sobre a real situação do banco nesse momento.

A avaliação da COE é de que o momento é bastante delicado e que o clima nos locais de trabalho é de muita tensão por causa dos boatos que surgem a todo o momento. Os bancários deixaram claro que não aceitarão mudanças que prejudiquem os trabalhadores nem que os funcionários paguem por erros de gestão do banco.

Preocupação é preservar empregos

Durante as reuniões, ficou decidida a formação de uma força-tarefa que irá a Brasília nos próximos dias para dialogar com parlamentares, com o Banco Central e com o governo para garantir que os funcionários não fiquem alijados do processo de mudança de destino do banco. Também estão sendo encaminhados ofícios aos agentes envolvidos para agendar esses encontros.

“A mobilização neste momento é fundamental para exigirmos do banco e dos órgãos competentes que valorizem e preservem os empregos de funcionárias e funcionários do HSBC no Brasil. Não podemos permitir que aqueles que se esforçam diariamente nas agências e unidades de trabalho do banco sejam penalizados”, afirmou o diretor do Sindicato Geraldo Rodrigues.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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