A Contraf-CUT elaborou um Espelho especial Cassi com o posicionamento dos representantes dos trabalhadores e com informações completas sobre a intenção da direção do Banco do Brasil de obrigar a Caixa de Assistência a aumentar a mensalidade dos associados em 50%, passando a cobrar 4,5% dos salários dos ativos ou dos benefícios dos aposentados. Aquilo que havia sido divulgado como boato foi apresentado à Cassi pelos diretores indicados pelo banco, que além disso levaram proposta de suspender programas de saúde, tal como o PAC, plano que visa a dar tratamento adequado a cerca de 10 mil pacientes crônicos e reduzir o número de dias de internação.

Veja aqui o Espelho especial Cassi

O banco quer equilibrar a situação da Cassi onerando somente os associados e não aceita fazer qualquer desembolso. Esta é a informação extraoficial obtida pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Mobilizar para impedir retrocesso

Os representantes dos funcionários e dirigentes eleitos da Cassi não aceitam solução que onere somente os associados. Defendem o aprofundamento da Estratégia de Saúde da Família, fortalecendo as Clinicassi, investindo na medicina preventiva, melhorando o atendimento aos associados e reduzindo despesas. Este é o modelo de saúde mais avançado existente no mundo hoje.

“O banco sabe muito bem que qualquer aumento de mensalidade depende de alteração estatutária, que só pode ser feita pelo voto dos associados. Em vez de dialogar e negociar com os representantes dos associados, quer apelar para corte de direitos. O movimento sindical não vai aceitar as pressões do banco e vai organizar a luta pelo fortalecimento e preservação da Cassi”, advertiu Wagner Nascimento, que é diretor do Sindicato e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

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